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	<title>Arquivos entrevista - Festanejo</title>
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	<description>Notícias diárias sobre o universo sertanejo</description>
	<lastBuildDate>Thu, 30 Apr 2026 17:31:29 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos entrevista - Festanejo</title>
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		<title>Entrevista exclusiva: Livro revela os bastidores do sertanejo universitário e sua conexão com o agronegócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Festanejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 17:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Divulgação Autor investiga a ligação e as mudanças na indústria musical O sertanejo universitário dominou rádios, plataformas digitais e palcos em todo o país. Agora, em meio a sinais de desgaste e transformação, uma pergunta ganha força: o que explica esse fenômeno, e para onde ele caminha? Em entrevista ao Portal Festanejo, o sociólogo [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Foto: Divulgação</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Autor investiga a ligação e as mudanças na indústria musical</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O sertanejo universitário dominou rádios, plataformas digitais e palcos em todo o país. Agora, em meio a sinais de desgaste e transformação, uma pergunta ganha força: o que explica esse fenômeno, e para onde ele caminha?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista ao <em>Portal Festanejo</em>, o sociólogo Caique Carvalho traça um paralelo consistente entre a música e o agronegócio, com uma análise profunda e esclarecedora sobre como esses universos se conectam e se influenciam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conversa amplia o olhar sobre a origem do gênero, o sucesso entre os jovens, os desafios do mercado e os possíveis rumos da música sertaneja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que um retrato do estilo, a leitura revela pistas importantes sobre as transformações culturais e econômicas do Brasil contemporâneo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia a entrevista e entenda como o sertanejo ajuda a explicar as transformações do Brasil contemporâneo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1- Como surgiu a ideia desta pesquisa?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse livro tem sua origem em uma pesquisa de mestrado que desenvolvi no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal da Bahia. A princípio, eu buscava entender como os sertanejos universitários conjecturavam uma ideia de modernidade por meio das canções, promovendo, ao fim, uma remodelação da representação do rural brasileiro. No entanto, não demorou muito até que minha atenção se voltasse, cada vez mais, para o entendimento de como essa vertente sertaneja se relacionava com o processo de modernização conservadora do país, sendo, ao mesmo tempo, produto e produtora de uma nova configuração estética, social e econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O livro, em si, foi desenvolvido em um momento posterior à dissertação. Nele, eu busco focar exatamente na relação entre a vertente universitária e, por um lado, esse último momento da modernização brasileira, que resulta, no final do século XX, no agronegócio, e, por outro lado, nas transformações da indústria cultural no Brasil do século XXI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É, ao fim, uma busca pelo entendimento desses três elementos que dão nome ao título, mas que vão além, pois acredito que a pesquisa não apenas buscou compreendê-los, como também fornece bases para entender dilemas econômicos, sociais e políticos estruturais do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2- A expressão &#8220;sertanejo universitário&#8221; veio com a ideia de conquistar jovens para esse estilo de música. Como conseguiram esse sucesso?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu não diria que a expressão “sertanejo universitário” se desenvolveu com esse objetivo. Com isso, não quero negar que a terminologia tenha funcionado no sentido de atrair o público consumidor mais jovem do país. Desconfio, contudo, de que essa nomeação tenha se originado com esse grau de intencionalidade, e há elementos factuais que permitem avançar um pouco mais na interpretação do termo “universitário”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa vertente é originária de uma primeira geração de artistas sertanejos inseridos no ensino superior; além disso, o público inicial era majoritariamente universitário. Trata-se, portanto, de uma vertente que surge no contexto de expansão do ensino superior no país e vinculada — há aqui um ponto relevante a que devemos nos atentar — majoritariamente às esferas produtivas do agronegócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se há um movimento intencional e publicitário na construção da terminologia “universitário” em torno da vertente, como considero que exista, há também influências coerentes com o contexto no qual ela surge.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, é claro, isso não muda o fato de a vertente, assim como o termo, funcionar como meio de atração, vinculação ou mesmo identificação entre o público mais jovem e a música sertaneja.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3- Neste 2026, o &#8220;sertanejo universitário&#8221; chega com algum desgaste. Acha que é por conta de um processo natural?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Natural, no sentido de “corriqueiro”. É comum o esgotamento de um movimento artístico em dado momento, sobretudo diante da ampliação da lógica mercantil sobre os bens artísticos. Isso ocorre porque é necessário vender sempre e de forma contínua; afinal, trata-se, no fundo, da lógica de acúmulo de capital, o que implica um processo veloz e agudo de reposição e superação de obras existentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, para além da lógica capitalista subjacente à indústria cultural, o desgaste do “universitário” me parece ter relação com outras duas determinações. Por um lado, o esgotamento do movimento socioeconômico que lhe dá material de elaboração estética — a alta das commodities, o acesso ao crédito e o consumo. Por outro lado, a conjunção de um novo momento da música sertaneja, que lhe permite transformar-se em uma espécie de “pop brasileiro”, cuja identidade singularizada se mantém em uma postura equilibrista de absorção de movimentos, gêneros e hits que surgem ao longo do território nacional e, em alguns casos, internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4- Pensando em mercado da música, acha que o momento é de reciclagem para um novo tipo de apelo musical na área?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O momento é de ampliação da desigualdade. Se houve um período em que se acreditou que as redes sociais promoveriam uma democratização musical, tal crença caiu por terra. É evidente que, do ponto de vista da produção, ocorreu uma facilitação — e os “universitários” surgem nesse processo de barateamento da gravação de música e, também, de sua circulação, por meio da pirataria e da internet —, mas, majoritariamente, observa-se uma concentração, sobretudo na esfera da circulação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas responsáveis pela circulação de música atualmente — plataformas como Spotify e Deezer — repassam muito pouco aos artistas, que precisam, mais do que nunca, do show presencial para sua manutenção financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Surge, assim, um ciclo desigual, no qual os streamings e, sobretudo, um bom posicionamento neles são necessários para dar visibilidade ao artista e viabilizar a venda de eventos musicais, dos quais ele se sustenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No âmbito do rádio, esse processo não é distinto. Embora exista um controle maior de setores nacionais sobre as empresas radiofônicas, a prática do jabá é muito recorrente, o que impede, em grande medida, o surgimento de algo verdadeiramente novo e autônomo. Ao fim, estamos novamente discutindo elementos relativos ao que Adorno conceituou como Indústria Cultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desses elementos (que poderíamos desenvolver mais, mas acredito ser válido encerrar aqui), podemos concluir que, embora possa existir uma demanda por novas expressões, esse ímpeto pelo “novo” e pela “criatividade” é reiteradamente capturado por essa estrutura de produção e circulação que, na prática, limita grande parte da criatividade humana, ao mesmo tempo que satisfaz, em nível imediato, essa demanda por aquilo que podemos chamar de “reciclagem musical”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5- A música sertaneja tem raízes na música caipira, mas hoje em dia as duas vertentes se descolaram. Acha que há uma diferença grande entre as duas vertentes?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Há diferenças estéticas no que se chama de música sertaneja e música caipira. Contudo, a meu ver, a música caipira é uma vertente da música sertaneja que se metamorfoseou e se transformou, como acontece com a maior parte dos gêneros. No rock, por exemplo, podemos identificar o rock progressivo, o heavy metal, o thrash metal ou mesmo o indie rock. No samba, há o samba de roda, o samba chula, o partido alto e o pagode. Na música sertaneja, por sua vez, existem a música caipira, o universitário, o romântico…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vejo a música sertaneja com mais similaridades do que diferenças, ao contrário do que alguns artistas e mesmo críticos buscam pontuar. É evidente que isso não obscurece diferenças significativas, afinal, são vertentes e gêneros que têm suas construções estéticas em contextos muito particulares; portanto, apresentam conteúdos e formas distintos. Ainda assim, há uma similaridade que considero bastante precisa: ambos representam o moderno e o campo, ainda que de maneiras distintas. A música sertaneja é, nesse sentido, um desenvolvimento consequente da música caipira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6- Em relação às entrevistas para sua pesquisa, quem você procurou para dar depoimentos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Realizei algumas poucas entrevistas no início da pesquisa com pesquisadores do campo musical; contudo, não como fonte de dados, mas no que chamamos de entrevistas exploratórias. Nesse sentido, não trabalhei diretamente com métodos de entrevista comumente utilizados nas ciências sociais, como a entrevista semiestruturada, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As entrevistas que utilizei como fonte de análise foram produzidas majoritariamente fora do âmbito acadêmico — as utilizei como dados secundários. A partir delas, busquei produzir uma análise do discurso expresso por esses agentes. Além disso, trabalhei com a análise de notícias de jornais, o levantamento quantitativo de apresentações musicais em eventos agropecuários, o levantamento de dados da discografia de alguns artistas, revisões bibliográficas de caráter historiográfico, sociológico e econômico, bem como a análise do conteúdo das canções.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>7- Essa ligação com o agronegócio enviesou para a área da atual briga política no país. Sertanejo virou sinônimo de &#8220;direita&#8221; contra a &#8220;esquerda&#8221;. Analisou esta faceta?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Há duas análises muito recorrentes que considero pobres. Algumas críticas produzem uma interpretação que explica o posicionamento à direita de artistas sertanejos como uma reação à classe média e à MPB, que estaria mais à esquerda e que teria historicamente marginalizado o gênero. Outra interpretação constrói uma síntese essencializadora, que atribui aos sertanejos um conservadorismo crônico, expresso em suas perspectivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Historicamente, essas noções não se sustentam, sobretudo porque há exemplos de artistas sertanejos à direita e à esquerda ao longo de quase 100 anos desse gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vinculação com o agronegócio me parece um fator relevante, pois, além de o gênero se originar em um espaço geográfico e social dominado por esse setor produtivo, demonstro, em meu livro, como não apenas o sertanejo universitário, mas a música sertaneja em geral, conquistou para si um espaço privilegiado de circulação — especialmente em eventos agropecuários —, o que explica parte de seu sucesso e sua capacidade de difusão de shows pelos interiores do Brasil. Há, portanto, uma vinculação muito própria entre esses dois fenômenos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De modo que acredito que o aspecto mais preocupante desse processo resida não na exaltação de artistas explicitamente vinculados a setores da direita, como Gusttavo Lima, por exemplo, mas na coação implícita — e, em alguns casos, explícita — que incide sobre os artistas do ramo, produzindo um processo de censura e autocensura, motivado pelo receio de represálias e de obstáculos em suas respectivas carreiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>8- O que acha que será da música sertaneja neste futuro próximo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando falo de um “pop brasileiro”, estou olhando para o destino da música no centro capitalista estadunidense, que exerce uma hegemonia mundial nesse campo. Lá, a música pop, inicialmente vinculada à ideia de música popular, metamorfoseou-se em um gênero curioso: um “gênero-esponja”, no qual convergem artistas muito criativos, mas sobre o qual também se exerce, com muita força, a indústria da música.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É absolutamente comum que as elaborações musicais bebam de fontes diversas — o inventário de uma música é um conjunto de elementos que desafiam o espaço e o tempo. No entanto, parece-me que o sertanejo hoje conseguiu se constituir, muito mais do que a MPB, como um “pop” que absorve o hit e o sucesso, mantendo uma aparência de singularidade por meio de elementos estéticos, como o formato em dupla e o uso do acordeão, e performáticos, como o vestuário agro-urbano. Soma-se a isso, é claro, o controle material exercido por escritórios e agentes vinculados ao meio sertanejo — agropecuaristas, entre outros —, o que lhes garante reconhecimento como algo “sertanejo”, ao mesmo tempo em que migram freneticamente para formas e conteúdos que fazem sucesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa dinâmica emerge uma contradição: a própria “identidade”, que busca sintetizar algo de singular — no caso, o sertanejo —, passa a se referir ao que é múltiplo, sem ser necessariamente diverso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso garante uma sobrevida e uma capacidade de fôlego comercial e estético muito amplas. Não significa perenidade, mas indica uma forte capacidade de remodelação diante de diferentes circunstâncias e contextos.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="643" src="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2026/04/sertanejo_1024x640-1024x643-1.jpg" alt="" class="wp-image-43014" style="aspect-ratio:1.5925581395348838;width:649px;height:auto" srcset="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2026/04/sertanejo_1024x640-1024x643-1.jpg 1024w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2026/04/sertanejo_1024x640-1024x643-1-300x188.jpg 300w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2026/04/sertanejo_1024x640-1024x643-1-768x482.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Entrevista Exclusiva: Matheus e Lorenzo lançam ‘Saudade Não Faz Curva’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Festanejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 20:32:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Dupla sertaneja]]></category>
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		<category><![CDATA[Sucesso sertanejo]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Foto: Divulgação</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Parceria inédita com Traia Véia já está disponível em todas as plataformas digitais&nbsp;e&nbsp;clipe no YouTube</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação entre <strong>Matheus &amp; Lorenzo</strong> e o <strong>Traia Véia</strong> nasceu nos bastidores. Em 2023, a dupla gravou a música ‘Equivocada’ que, no ano seguinte, ganhou projeção nacional na voz do grupo ao lado de <strong>Gusttavo Lima</strong>. O episódio aproximou trajetórias, equipes e despertou o desejo de um feat oficial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Saudade Não Faz Curva”</strong> chega exatamente neste momento da carreira, como um lançamento que respeita a identidade da dupla e, ao mesmo tempo, amplia seu alcance com a força do Traia Véia, hoje entre os nomes mais comentados do sertanejo nacional.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="640" src="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-de-divulgacao-002.jpgsite.jpg" alt="" class="wp-image-42216" style="width:590px;height:auto" srcset="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-de-divulgacao-002.jpgsite.jpg 1024w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-de-divulgacao-002.jpgsite-300x188.jpg 300w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-de-divulgacao-002.jpgsite-768x480.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveitando essa fase especial, o Festanejo conversou com Matheus &amp; Lorenzo para conhecer mais sobre a história, os desafios e os próximos passos da dupla. Confira a entrevista exclusiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1- Como se juntaram para formar a dupla?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos unimos em 2017. O meu tio tinha a ideia de formar uma dupla para mim e, nessa busca, acabou chegando ao Lorenzo por meio de uma indicação. A partir desse contato, nos conhecemos, e dali em diante a dupla nasceu. Como a gente costuma dizer, éramos dois estranhos que a música juntou. Com o tempo, essa parceria foi além do palco e hoje somos mais do que irmãos, somos companheiros de caminhada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Matheus*</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2- Quais são as maiores inspirações na música sertaneja?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Temos muitas inspirações na música sertaneja. Artistas que fizeram e fazem parte da nossa trajetória, tanto pessoal quanto musical. Sem dúvidas, Zezé Di Camargo &amp; Luciano são uma grande referência para nós, pela história, pelas músicas e pela forma como marcaram gerações. Também nos inspiramos muito em Matogrosso &amp; Mathias, que carregam a essência do sertanejo raiz. E não podemos deixar de citar o Traia Véia, um grupo que a gente admira demais e que, para nossa alegria, tivemos a oportunidade de gravar um feat juntos, o que torna essa inspiração ainda mais especial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Lorenzo*</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3- O início é sempre difícil. Como enfrentaram essa fase em que alguns até desistem?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Todo começo é difícil, e com a gente não foi diferente. Assim como na vida, na dupla também enfrentamos muitas fases complicadas, algumas bem desafiadoras, inclusive momentos que testam a vontade de continuar. Mas desde o início sempre acreditamos em algo maior, em um propósito. A palavra que resume tudo isso é resiliência. Foi ela que nos manteve firmes diante das adversidades, dos obstáculos e das dificuldades que apareceram pelo caminho. Acreditamos muito que Deus tem um plano grande para nós, tanto na vida pessoal quanto na carreira, e é isso que nos faz seguir em frente. Graças a Deus já vivemos muitas vitórias e coisas boas, e seguimos trabalhando com fé, foco e muita determinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Matheus*</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4- Qual foi o primeiro show de sucesso?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro show de sucesso da dupla aconteceu em 2017, em Presidente Bernardes. Foi o nosso primeiro show oficial e marcou o início de tudo. A partir dali a gente sentiu que o projeto realmente tinha começado, foi quando entendemos que a dupla tinha nascido de verdade e que aquele caminho era o que a gente queria seguir. Desde então, tudo começou a se construir a partir daquele primeiro passo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Lorenzo*</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5- O que diferencia a música de vocês das outras duplas?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acreditamos que o nosso principal diferencial está muito no timbre e na autenticidade. Desde o início, sempre buscamos fazer o nosso trabalho da forma mais verdadeira possível, sem tentar copiar ninguém ou seguir uma fórmula parecida com a de outras duplas. A gente valoriza muito ter uma identidade própria, tanto na maneira de cantar quanto nas escolhas de repertório. Claro que temos inspirações dentro do sertanejo e admiramos muitos artistas, mas usamos isso apenas como referência, nunca como imitação. Procuramos absorver o que há de melhor em cada artista que acompanhamos e trazer isso para a nossa música do nosso jeito, com a nossa cara. Essa busca constante pela autenticidade é, sem dúvida, um dos grandes diferenciais da dupla Matheus e Lorenzo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Matheus*</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6- Como é a escolha das músicas para seus álbuns?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha das músicas passa muito por manter a nossa essência. Quando falamos de regravações, gostamos de trazer canções que fizeram e ainda fazem parte da nossa vida, músicas que marcaram a nossa história, inclusive fora do sertanejo. Um exemplo é ‘Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim’, que foi um grande sucesso na voz da Ivete Sangalo. Também já trouxemos referências como KLB, Sandy &amp; Junior, entre outras, sempre adaptando tudo ao nosso jeito, à nossa identidade, sem perder a nossa verdade. Claro que os clássicos do sertanejo também fazem parte desse processo. Já nas músicas inéditas, a escolha acontece de forma muito natural. A gente escuta muito material e, em conjunto, consegue sentir a mesma conexão. É incrível como pensamos parecido quando o assunto é saber o que tem a nossa cara, afinal, é exatamente isso que queremos passar em cada projeto, quem a gente realmente é, rsrs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Lorenzo*</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>7- Qual a maior dificuldade enfrentada nestes anos de shows?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo desses anos de estrada, as dificuldades sempre existiram, assim como em qualquer trajetória. Uma das maiores, sem dúvida, foi a parte financeira, principalmente no início. Muitas vezes enfrentamos viagens longas, fazíamos shows e não tínhamos condições nem de pagar um hotel para descansar. Se usássemos o pouco que sobrava para isso, acabava faltando para outras necessidades básicas da dupla. Foram momentos bem desafiadores, que exigiram muito esforço, sacrifício e persistência. Essas dificuldades financeiras acabam sendo uma das maiores barreiras para quem está começando, mas também foram fundamentais para nos fortalecer, amadurecer e valorizar cada conquista ao longo do caminho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Matheus*</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>8- Nas diversas cidades em que se apresentaram, qual a de público mais caloroso?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A gente costuma dizer que cada cidade tem uma energia diferente e, graças a Deus, temos sido muito bem recebidos por onde passamos, com o público cantando nossas músicas e participando de cada show. Mas fazer um show na nossa terra natal tem um significado especial. Santos Expedito, no Espírito Santo, é onde vivemos nossa infância, onde tudo começou e onde a energia é sempre muito positiva. Hoje a gente mora em Campo Grande, mas voltar para Santos Expedito e sentir esse carinho do público é algo que mexe muito com a gente. É uma emoção única e sempre muito especial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Lorenzo*</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>9- Conte a história deste novo lançamento &#8220;Saudade não faz curva&#8221;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Saudade Não Faz Curva” é um lançamento muito especial pra gente e carrega várias coincidências bonitas ao longo da nossa história. Temos algo em comum com o Traia Véia desde antes, e fomos a primeira dupla a gravar a música “Equivocada”, ainda em 2023. No ano seguinte, em 2024, o Traia Véia acabou estourando nacionalmente com essa canção. A gente acredita muito que nada disso é por acaso e que Deus conduz tudo no tempo certo. Em 2025, tivemos a oportunidade de gravarmos juntos “Saudade Não Faz Curva”, graças a pessoas ligadas a nós e ao Traia Véia em comum. A música chegou até a gente por meio do nosso produtor, Alan Richard, de Londrina. Ele apresentou a canção e falou que acreditava que ela casaria perfeitamente com a nossa identidade e com a do Traia Véia. Assim que ouvimos, a resposta foi imediata, sentimos na hora que aquela música era a nossa cara. Os meninos do Traia Véia tiveram a mesma sensação. Quando nos encontramos no estúdio, a energia bateu de primeira, tudo fluiu de forma muito natural. Graças a Deus, o resultado foi incrível e hoje estamos colhendo muitos frutos dessa parceria tão especial. Matheus e Lorenzo e Traia Véia, “Saudade Não Faz Curva”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Matheus*</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>10- Quais as novidades e shows para 2026?&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O ano de 2026 já começou com uma agenda de shows muito intensa e especial pra gente. Graças a Deus, é um ano bem carregado de compromissos, com apresentações em várias cidades e um público cada vez mais presente e participativo. Além dos shows, temos muitos projetos importantes acontecendo, com músicas novas prontas para lançamento e participações especiais sendo preparadas. Um dos grandes destaques deste ano é a gravação do DVD Moda &amp; Churrasco 2. O primeiro projeto foi muito bem recebido pelo público, teve uma aceitação incrível e foi muito consumido, o que nos motivou a dar sequência a esse trabalho. Em 2026 também teremos feats e participações com artistas nacionais, além de outros projetos que estão sendo construídos ao longo do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A gente acredita que 2026 está sendo um ano muito próspero, de crescimento e de muitas conquistas. Para acompanhar todas essas novidades, shows e lançamentos, é só seguir a gente nas redes sociais e nas plataformas digitais, Matheus &amp; Lorenzo. Tudo o que vem por aí vai estar sempre por lá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Lorenzo*</p>



<p class="wp-block-paragraph">Instagram: @matheuselorenzo</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="640" src="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Entrevista-1.jpg-site.jpg" alt="" class="wp-image-42217" style="width:716px;height:auto" srcset="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Entrevista-1.jpg-site.jpg 1024w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Entrevista-1.jpg-site-300x188.jpg 300w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Entrevista-1.jpg-site-768x480.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Retratos Femininos visita a dupla Célia e Celma em São Paulo</title>
		<link>https://festanejo.com.br/noticias/retratos-femininos-visita-a-dupla-celia-e-celma-em-sao-paulo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Festanejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 14:42:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cantora Sertaneja]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Dupla sertaneja]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Tv]]></category>
		<category><![CDATA[TV Aparecida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Reprodução TV Aparecida No encontro com Abiane Souza, as irmãs de 83 anos contam sua trajetória No Retratos Femininos deste sábado, (31/1), às 13h, Abiane Souza vai mostrar a trajetória das irmãs gêmeas Celia e Celma, dupla com mais tempo de atuação artística no cenário musical brasileiro. Na conversa no programa da TV Aparecida, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Foto: Reprodução TV Aparecida</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><br></strong><em>No encontro com Abiane Souza, as irmãs de 83 anos contam sua trajetória</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>No <strong>Retratos Femininos</strong> deste sábado, (31/1), às 13h, <strong>Abiane Souza</strong> vai mostrar a trajetória das irmãs gêmeas <strong>Celia e Celma</strong>, dupla com mais tempo de atuação artística no cenário musical brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na conversa no programa da <strong>TV Aparecida</strong>, as artistas falam sobre carreira, histórias de vida e longevidade nos seus 83 anos de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro delas aconteceu na cidade de São Paulo, no Parque da Água Branca, onde Celia e Celma relataram sobre o caminho que fazem juntas desde o nascimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Elas transformaram a cultura da música popular brasileira, ousadas para seu tempo e são autênticas até os dias atuais, pois sempre se reinventam na carreira e na vida pessoal.<br><br>Elas ainda trazem um pouco de sua trajetória artística, uma carreira que começou nos anos 1960, no Rio de Janeiro. Foram contratadas para trabalhar no programa de Moacyr Franco, na TV Tupi e depois na TV Globo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fizeram uma temporada de apresentações no Japão, em 1975. Dividiram o palco com nomes como Cauby Peixoto e Wilson Simonal. Também foram apresentadoras, permanecendo 10 anos no ar, mostrando toda a diversidade do folclore brasileiro. Já gravaram mais de 15 álbuns na carreira.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Confira também:</strong><strong> </strong><a href="https://festanejo.com.br/noticias/sula-miranda-e-a-convidada-do-retratos-femininos-da-tv-aparecida/"><strong>Sula Miranda é a convidada do Retratos Femininos da TV Aparecida</strong></a><strong></strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Em outro momento, Célia e Celma falam com Abiane sobre família. O pai, Celidonio Mazzei, foi um renomado fotógrafo e também músico, responsável por levar as irmãs, com apenas cinco anos, para apresentações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As artistas conquistaram o primeiro lugar, cantando em dueto a música italiana “Dormi, dormi bambina”. A mãe era costureira e as duas irmãs mais velhas, uma foi uma locutora pioneira no rádio e a outra era artista e restauradora de arte sacra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As duas ainda contam de suas experiências como professoras e escritoras. Elas dão cursos sobre folclore, música e culinária, e acabaram de lançar um novo livro infantil, intitulado &#8220;A Casa dos Bichos&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><em>Retratos Femininos, sábado, às 13h.</em></p>
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		<title>Entrevista Exclusiva: Matheus Henrique &#038; Gabriel celebram nova fase e consolidam a força da Retronejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Festanejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 18:46:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Dupla sertaneja]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[sertanejos]]></category>
		<category><![CDATA[Sucesso sertanejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Divulgação Dupla une essência sertaneja e influência do rock em uma identidade própria, fortalece estrutura profissional com a Feeling Music e prepara grandes lançamentos para 2025 Matheus Henrique &#38; Gabriel nunca enxergaram a música como um plano paralelo. Mesmo vindos de trajetórias distintas, um cirurgião-dentista e um piloto, o palco sempre falou mais alto. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Foto: Divulgação</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Dupla une essência sertaneja e influência do rock em uma identidade própria, fortalece estrutura profissional com a Feeling Music e prepara grandes lançamentos para 2025</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Matheus Henrique &amp; Gabriel</strong> nunca enxergaram a música como um plano paralelo. Mesmo vindos de trajetórias distintas, um cirurgião-dentista e um piloto, o palco sempre falou mais alto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dupla encontrou sua identidade na fusão entre a força melódica do <strong>rock</strong> e a verdade emocional do <strong>sertanejo</strong>, criando um estilo próprio que ganhou expressão no movimento <strong>Retronejo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto, que começou como uma festa entre amigos, tomou proporções nacionais, conquistou diferentes gerações e reacendeu o valor da nostalgia dentro do gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, com nova fase de gestão, estrutura profissional fortalecida pela Feeling Music e um DVD que explora tecnologia sem perder essência, Matheus Henrique &amp; Gabriel vivem um momento de maturidade artística e clareza de propósito.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="640" src="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Matheus-Henrique-e-Gabriel2-site.jpg" alt="" class="wp-image-41229" style="width:670px;height:auto" srcset="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Matheus-Henrique-e-Gabriel2-site.jpg 1024w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Matheus-Henrique-e-Gabriel2-site-300x188.jpg 300w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Matheus-Henrique-e-Gabriel2-site-768x480.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta entrevista, eles falam sobre autenticidade, reinvenção e os próximos passos da carreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vocês vêm de profissões bem diferentes, um dentista e um piloto. Em que momento essas duas rotinas deixaram de ser paralelas e a música passou a ser o centro de tudo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A música sempre foi tudo. Mesmo quando seguíamos caminhos diferentes, ela estava presente. Chegou um ponto em que ficou claro que o palco era o nosso verdadeiro lugar. Foi uma decisão consciente: transformar o que era paixão em profissão. Desde então, a música deixou de ser apenas um sonho e passou a ser o propósito da nossa vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Gabriel veio do rock e o Matheus do sertanejo. Olhando pra trás, há algo que gostariam de revisitar ou reciclar no som atual?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acredito que o rock deu ao Gabriel uma linha melódica/criatividade bem diferente e o sertanejo me trouxe a emoção e a verdade nas letras. Hoje, conseguimos unir isso de forma natural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre buscamos manter nossa autenticidade com uma sonoridade/produção moderna.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Retronejo nasceu como uma festa entre amigos e hoje virou um movimento com milhares de pessoas. O que mais surpreendeu vocês nesse crescimento?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O poder da nostalgia!! As pessoas sentem falta das músicas que marcaram época, e a Retronejo desperta exatamente isso. O mais surpreendente é perceber que esse sentimento ultrapassa gerações. Ver a galera mais jovem cantando as modas antigas com a mesma intensidade de quem viveu aquilo é o que mais nos motiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O novo DVD “Ao Vivo na Retronejo” promete trazer tecnologia, inclusive inteligência artificial na composição. Como foi usar IA nesse processo criativo sem perder a essência sertaneja?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A IA entrou como ferramenta de apoio, ajudou com temas em alta, sou super a favor de usarmos essa ferramenta que amplia nossa visão, mas o sentimento vem da vivência, do coração, da verdade e histórias que carregamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A dupla sempre fala sobre “verdade e sentimento” nas músicas. Em um cenário em que muitos apostam em letras mais comerciais, como manter essa autenticidade sem se desconectar das tendências do mercado?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acreditamos que autenticidade e mercado não precisam andar em direções opostas. Nosso papel é equilibrar emoção e estratégia, sem deixar que o comercial apague o propósito.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Durante a pandemia, vocês passaram por uma fase dura e de reinvenção pessoal. O que mais mudou na cabeça e no coração de vocês depois desse período?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A pandemia foi um divisor de águas. Ficamos longe dos palcos, mas mais próximos de nós mesmos. Entendemos o valor do tempo, das pessoas e do propósito. Aprendemos a ser ainda mais gratos pela vida e a enxergar a música não apenas como trabalho, mas como missão e uma forma de aliviar, curar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A parceria com a Feeling Music marca uma nova estrutura profissional. O que essa gestão trouxe de mais concreto no dia a dia da dupla?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Feeling trouxe uma estrutura sólida, profissionalismo e visão de longo prazo. Hoje temos um planejamento estratégico bem definido, metas claras e uma equipe que entende nosso propósito. Isso nos dá segurança pra crescer com consistência, não apenas com impulso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Falando em referências, vocês citam Jorge &amp; Mateus, Henrique &amp; Juliano e até Rionegro &amp; Solimões. Se pudessem escolher uma música de cada um pra regravar no estilo MHG, quais seriam?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De Jorge &amp; Mateus, “Logo Eu” é a nossa música favorita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De Henrique e Juliano, “Na hora da raiva ”, pela força emocional e interpretação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E de Rionegro &amp; Solimões, “Frio da Madrugada”, que inclusive regravamos na Retronejo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Muita gente se identifica com o sertanejo dos anos 2000. Como equilibram esse resgate nostálgico com o som moderno que marca a identidade atual da dupla?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O segredo é respeitar o passado e conversar com o presente. A gente resgata melodias, letras e sentimentos que marcaram época, mas com um tempero atual. É um equilíbrio entre memória e inovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nas redes sociais vocês têm mostrado bastidores da nova fase com a Feeling Music. Como está sendo esse processo de transição visual e sonora?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É um processo de reconstrução, tanto artística quanto visual. Estamos melhorando a identidade da dupla, ajustando desde o repertório até a linguagem de imagem. A ideia é que o público perceba uma evolução. Somos os mesmos de sempre, mas com mais maturidade, musicalidade e propósito.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que o público pode esperar dos próximos passos da dupla em 2025?</strong> Ainda teremos um grande lançamento esse ano, acho que uma das músicas mais especiais da nossa carreira, se não a mais especial!! Composição nossa, e gravar</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="640" src="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Matheus-Henrique-e-Gabriel2-site.jpg-1.jpg-site.jpg" alt="" class="wp-image-41230" style="width:625px;height:auto" srcset="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Matheus-Henrique-e-Gabriel2-site.jpg-1.jpg-site.jpg 1024w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Matheus-Henrique-e-Gabriel2-site.jpg-1.jpg-site-300x188.jpg 300w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Matheus-Henrique-e-Gabriel2-site.jpg-1.jpg-site-768x480.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Retratos Femininos traz a inspiradora história de Ângela Márcia, esposa de Sérgio Reis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Festanejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 13:35:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[sertanejos]]></category>
		<category><![CDATA[TV Aparecida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Produção TV Aparecida Cantora confidencia para Abiane Souza como se reinventou profissionalmente após os 50 anos O &#8220;Retratos Femininos&#8221; deste sábado (23/8), às 13h, vai mostrar a história de Ângela Márcia, cantora, compositora e esposa do cantor Sérgio Reis. Na TV Aparecida, Abiane Souza vai conversar com a convidada sobre felicidade, paz e longevidade, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Foto: Produção TV Aparecida</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Cantora confidencia para Abiane Souza como se reinventou profissionalmente após os 50 anos</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O <strong>&#8220;Retratos Femininos&#8221;</strong> deste sábado (23/8), às 13h, vai mostrar a história de <strong>Ângela Márcia</strong>, cantora, compositora e esposa do cantor <strong>Sérgio Reis</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na <strong>TV Aparecida</strong>, Abiane Souza vai conversar com a convidada sobre felicidade, paz e longevidade, inspirando o público feminino a buscar sua própria voz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na conversa, elas ainda vão se aprofundar na reinvenção profissional de Ângela, após os 50 anos, lançando dois CDs autorais. Assim, ela mostra que nunca é tarde para realizar sonhos e celebrar conquistas pessoais e artísticas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Confira também: </strong><a href="https://festanejo.com.br/noticias/arraia-da-tv-aparecida-esta-cheio-atracoes-festivas/"><strong>“Arraiá da TV Aparecida” está cheio atrações festivas</strong></a><strong></strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ângela Márcia nasceu em 1954, em Governador Valadares (MG). Ela iniciou sua trajetória na música ainda na infância, cantando em um coral da Igreja Metodista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Construiu uma carreira sólida como vocalista e gravou para diversos artistas e campanhas publicitárias. Seu primeiro álbum autoral foi lançado em 2009.<br><br>E a ligação de Ângela com Sérgio Reis vai além do relacionamento pessoal, ela é compositora de três canções que gravaram em parceria. O bonito relacionamento dela com Sérgio é bastante conhecido e admirado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles trabalharam juntos por cerca de 15 anos, com Ângela atuando como backing vocal da banda de Sérgio, antes de se apaixonarem e oficializarem a união, em uma emocionante cerimônia em 2008.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><em>&#8220;Retratos Femininos&#8221;, sábado, às 13h</em></p>
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		<title>ENTREVISTA EXCLUSIVA: Plágio sobre músicas brasileiras levanta polêmica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Festanejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 18:39:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Musica Brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Divulgação Especialista destaca a importância de registrar as composições antes de apresentá-las ao mercado Se você é compositor, já deve ter ouvido histórias de músicas que foram parar no topo das paradas sem que seus verdadeiros autores recebessem crédito ou reconhecimento. O mercado musical está repleto de casos de plágio, disputas judiciais e composições [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Foto: Divulgação</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Especialista destaca a importância de registrar as composições antes de apresentá-las ao mercado</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você é compositor, já deve ter ouvido histórias de músicas que foram parar no topo das paradas sem que seus verdadeiros autores recebessem crédito ou reconhecimento. O mercado musical está repleto de casos de plágio, disputas judiciais e composições que, de alguma forma, se parecem com outras. Mas como garantir que sua criação esteja protegida? Como evitar que sua música seja usada sem autorização?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conversamos com o advogado Luiz Fernando Plastino, especialista em propriedade intelectual, para entender melhor como a lei trata esses casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Autores de música que buscam levar suas composições para cantores ou gravadoras precisam estar atentos à proteção de seus direitos autorais. Garantir que sua obra não seja copiada é essencial, e para isso, é importante conhecer os melhores caminhos para se precaver e evitar surpresas desagradáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, as famosas cantoras Shakira e Adele foram acusadas de plágio ou de interpretarem músicas que teriam sido plagiadas de autores brasileiros. Adele foi acusada de supostamente plagiar a canção &#8216;Mulheres&#8217;, de Toninho Geraes, gravada por Martinho da Vila. A música em questão é &#8216;Million Years Ago&#8217;, lançada em 2015. Toninho já obteve uma decisão da justiça brasileira determinando a remoção imediata da canção de todas as plataformas digitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de Shakira, a acusação feita por quatro autores brasileiros é de que a música que ela compôs em resposta à sua separação do jogador Piqué, na &#8216;Bzrp Music Sessions Vol. 53&#8217;, lançada em 2023, contém trechos semelhantes à canção &#8216;Tu Tu Tu&#8217;, interpretada por Mariana Fagundes e Léo Santana.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="640" src="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Mariana-Fagundes-e-Leo-Santana-jpeg_-site-1.jpg" alt="" class="wp-image-38078" style="width:644px;height:auto" srcset="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Mariana-Fagundes-e-Leo-Santana-jpeg_-site-1.jpg 1024w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Mariana-Fagundes-e-Leo-Santana-jpeg_-site-1-300x188.jpg 300w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Mariana-Fagundes-e-Leo-Santana-jpeg_-site-1-768x480.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No universo da música sertaneja, é comum encontrar canções com melodias e estilos semelhantes. Mas como diferenciar uma coincidência de um caso de plágio?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na entrevista a seguir, Luiz Fernando, do escritório <a href="https://www.instagram.com/btlaw.br?igsh=MWFxZTRqaHU3cnZ6MQ==">Barcellos Tucunduva Advogados</a> compartilha dicas importantes para compositores que desejam proteger suas criações:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1- <strong>Como se especializar em direitos autorais em um novo momento em que temos a Inteligência Artificial agindo quase sem rédeas?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você tiver formação em direito, existem várias pós-graduações especializadas em propriedade intelectual, direito do entretenimento, ou em direitos autorais mesmo que já tratam das polêmicas envolvendo IA. Para pessoas de outras áreas, como compositores e músicos, é interessante procurar cursos dirigidos à sua carreira, sendo que alguns são oferecidos por associações de gestão coletiva de direitos e outras instituições do tipo. Só é preciso ter cuidado com material estrangeiro, porque as leis mudam de país para país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">2- <strong>O que um compositor deve fazer para resguardar seus direitos antes de oferecer uma música para alguém?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É interessante obter registro de direito autoral ou, se não for viável, algum outro tipo de prova forte de que você é o autor — por exemplo, alguma solução usando chave criptográfica para atestar a data de criação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3- Quando a música entra em domínio público após 70 anos do primeiro dia do ano subsequente ao falecimento do autor, qualquer pessoa pode utilizar essa música até em comerciais?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em princípio, sim, mas é necessário verificar se a gravação também já está em domínio público (70 anos do lançamento) ou regravar a música. A composição e a gravação têm direitos diversos envolvidos. se houver coautores ou letrista, no entanto, a coisa toda pode ficar mais complicada. Em todo caso, também não se pode usar a música de uma forma que seja contrária aos valores e à imagem do compositor, porque nesses casos pode haver reclamação dos parentes vivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tem músicas onde um autor cria uma palavra &#8211; sofrência, por exemplo. Como poder preservar seus direitos quando a palavra é utilizada por todos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se pode impedir a utilização de uma palavra de uso comum, mesmo sendo uma palavra nova, um neologismo — mas, dependendo das circunstâncias, é possível registrar a palavra como marca para identificar você e suas criações, de forma que você pode limitar esse uso pelos outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nestas questões internacionais como o que ocorre com a música &#8220;Million Years Ago&#8221; da cantora Adele que tem semelhanças grandes com &#8220;Mulheres&#8221; de Toninho Geraes. &nbsp;Como um advogado calcula as possibilidades de sucesso para entrar na justiça?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vários fatores entram na conta, mas em geral o advogado vai pedir a opinião de um ou mais especialistas, por exemplo, em história da música ou teoria musical, além de avaliar como os tribunais decidiram casos semelhantes no passado. Em uma questão internacional, tem que ser levado em conta também o trâmite de citação e cobrança no exterior. Só assim é possível avaliar a chance de sucesso — mas, no final, quem deve decidir é o cliente, o advogado apenas aconselha.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A música sertaneja tem muitos acordes parecidos. Quando se pode dizer que é uma cópia? Quantos acordes, por exemplo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não tem um número exato de acorde. Isso varia muito dependendo das características de cada estilo, modas e tendências da época, grau de originalidade, importância do trecho parecido em cada obra… por isso é importante ouvir os especialistas nos aspectos técnico e artístico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tudo na justiça tem às vezes anos de luta para conseguir uma solução. São muitas idas e vindas no processo. Se o cantor ou compositor morrer antes do final o processo segue em nome da família?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, existe sucessão dos herdeiros em ações judiciais e isso não é algo extremamente incomum nos processos particularmente longos. É importante saber também que nos processos de direitos autorais é possível pedir uma decisão liminar para o juíz, determinando a proibição da exploração de uma música ou outra obra plagiada, por exemplo, quando as provas iniciais são bem fortes. Assim, mesmo se o processo demorar, o autor lesado ainda pode ter alguma proteção desde o começo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Existem serviços na internet como, por exemplo, o &#8220;Actoris Copyright&#8221; que oferecem um registro de data para preservar as ideias de uma forma inicial. Estes registros funcionam mesmo para iniciar um processo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse tipo de serviço geralmente usa criptografia para atestar que determinado documento já existia do jeito que está em uma determinada data, para estabelecer quem fez algo primeiro. Eles não possuem previsão legal, então os registros públicos têm certa preferência pelos tribunais, mas os serviços criptográficos têm sido cada vez mais aceitos por eles.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como é calculado, em média, o custo de um processo para o autor poder escolher se vale à pena entrar na justiça?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo depende da jurisprudência — ou seja, tendência de decisão dos tribunais — e do tipo de infração. Se for algo relacionado aos direitos morais do autor, ou seja, algo que não tem um valor monetário em si mesmo, isso pode variar muito de situação para situação. Quando existe exploração ilegal de uma obra, o valor pode ser calculado com base em um percentual dos ganhos do plagiador, ou com base no valor estimado da obra original. Nos casos de pirataria, pode chegar a dezenas de vezes o valor de cada exemplar vendido. Também tem que ser levados em consideração os custos da justiça para tocar o processo, perícia e, claro, os honorários do advogado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para conhecimento, alguns links:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cantores sertanejos:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Mariana Fagundes feat. Léo Santana - TU TU TU - DVD Ah! Mar" width="1128" height="635" src="https://www.youtube.com/embed/zoQEVapBEmI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Programa Balanço Geral da Record</p>



<figure class="wp-block-embed"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://entretenimento.r7.com/prisma/fabiola-reipert/video/hit-pos-traicao-de-shakira-e-acusado-de-plagio-por-quatro-compositores-brasileiros-21012025
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Música do Martinho e da Adele:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Mulheres Million Years Ago - Martinho da Vila Adele Toninho Geraes (Plágio ou não?) By RV" width="1128" height="635" src="https://www.youtube.com/embed/GAGV-FKBtdA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Entrevista Exclusiva: Arnaldo Freitas &#8211; A Voz contemporânea da viola caipira no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Festanejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 20:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Show]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Violeiro compartilha memórias, inspirações e reflexões sobre o cenário da música de viola e o sertanejo raiz Em entrevista exclusiva ao Portal Festanejo, Arnaldo Freitas, um dos maiores violeiros do Brasil, revela detalhes de sua trajetória, marcada por encontros inesquecíveis com grandes nomes da música caipira. Nascido em Echaporã (SP), o instrumentista, diretor musical e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Violeiro compartilha memórias, inspirações e reflexões sobre o cenário da música de viola e o sertanejo raiz</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista exclusiva ao Portal Festanejo, Arnaldo Freitas, um dos maiores violeiros do Brasil, revela detalhes de sua trajetória, marcada por encontros inesquecíveis com grandes nomes da música caipira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nascido em Echaporã (SP), o instrumentista, diretor musical e compositor é reconhecido pela versatilidade e pela técnica inigualável, que o consagrou como referência na viola caipira dentro e fora do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Arnaldo relembra as lições aprendidas no programa <em>Viola Minha Viola</em>, suas inspirações musicais que incluem Tião Carreiro e Bambico, e reflete sobre o vigor atual do sertanejo raiz. Ele também fala sobre a importância da viola como patrimônio cultural e comenta os desafios e conquistas para sua divulgação no cenário nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma entrevista para os amantes das tradições musicais brasileiras e para quem deseja conhecer mais sobre o universo da viola.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Todos estes anos de convívio com grandes nomes do sertanejo raiz, inclusive no programa &#8220;Viola Minha Viola&#8221;, trouxeram um rumo na tua vida profissional?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>ARNALDO FREITAS: </u></strong><em>Sim, trouxeram um rumo. Até hoje fazem a diferença, todos que passaram pelo &#8216;Viola Minha Viola&#8217; foram uma escola pra mim, porém, até antes do próprio programa mesmo, os músicos que eu conheci na noite de São Paulo, tocando nas rodas, nos interiores aí, acho que cada músico traz uma história diferente pra você, desde os mais famosos aos que não são tão famosos, porém, que tocam relativamente tanto quanto ou até muito melhor do que os que têm muita fama. Mas ali no Programa Viola Minha Viola, óbvio que a pressão era um pouco mais diferente, porque a gente tinha que tocar pra resolver mesmo, né, então acredito que esses músicos foram e são essenciais para essa questão minha, para minha maturidade musical.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quais suas maiores referências musicais que fizeram você escolher a Viola em tua vida?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>ARNALDO FREITAS:&nbsp; </u></strong><em>M</em><em>inhas maiores referências, sem dúvida, são Tião Carreiro e Bambico. Foi o que me fez me apaixonar pelo som da viola, o som da viola do Tião Carreiro nos discos, depois eu vim saber que muitas vezes era o Bambico tocando, um grande violeiro que trabalhava nos estúdios e gravava para o Tião. Então eu acho que, primeiro de tudo, aquela viola que me encantou antes mesmo de eu tocar, foi o som dessa viola, que fez eu identificar o som desse instrumento e querer para a minha vida toda ser violeiro. Lógico, a partir do momento que eu comecei a tocar, fui buscar outras influências, como Renato Andrade, Almir Sater, Roberto Correia, e daí vem para a nova geração também, grandes outros violeiros que são meus amigos, Marcus Biancardini, Leandro Valentin, e tantos outros aí que eu admiro muito.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Acha que o sertanejo raiz ainda tem força para conquistar um público jovem?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>ARNALDO FREITAS: </u></strong><em>Não só tem força, como existem muitos jovens tocando viola. Eu acredito que a viola tá mais forte do que nunca até nesse momento. A música sertaneja, mesmo, com a questão do universitário, propaga de certa forma a música caipira, porque ‘pôs um chapéu e tocou uma viola’, independente, enfim, você acaba associando aos que começaram tudo. Porém acredito que a música raiz, a música sertaneja de viola mesmo, essa aí ela é como água no óleo, né? Ela não se mistura, é uma música muito mais elaborada, mais pura e hoje a gente tem muita questão do comercial. Não que isso seja uma coisa ruim, porém eu acho que a música raiz tá com tudo na mão da rapaziada aí, que tá vindo como os adolescentes, os jovens, como das crianças também. Nós estamos numa fase de ouro, acho que nunca se viu tantos violeiros tocando viola nesse momento. Tantas pessoas tocando que a viola é um dos instrumentos que mais vende no Brasil. Prova disso, é que as orquestras que existem por aí são inúmeras, e cada uma com 30 violeiros, 40 né, fora a parte dos violeiros que são solistas também que trabalham profissionalmente, os que têm a viola como hobby também. Mas enfim, a viola tá muito forte nesse momento. Quem falou que a viola tá morrendo é porque não conhece e não sabe não sabe o que tá acontecendo no cenário da música brasileira. A viola está mais forte do que nunca. Acho o Tião Carreiro um dos maiores ídolos, ele é imortal e se tornou um ídolo, aí virou tatuagem, está até no braço de muitos jovens, virou marca de roupa, uma coisa que não vejo acontecer com nenhum outro ídolo da música brasileira que já morreu, e isso porque a coisa tá cada vez mais forte. Com certeza a viola tá com tudo. Tudo mesmo!</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quais os lugares no Brasil em que a música de viola está mais forte?&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>ARNALDO FREITAS: </u></strong><em>Os lugares do Brasil que a viola mais representa é no interior de São Paulo, é na capital de São Paulo, grande São Paulo, enfim, o estado de São Paulo, né, onde eu acredito que tudo começou. O advento da música caipira, depois vem também essa questão da música instrumental, as salas de concerto que abraçaram isso tudo. Mas a viola também é muito forte e tem uma linguagem bem castiça na região ali de Minas Gerais, norte de Minas. Acho que São Paulo, Minas Gerais, Goiânia, Mato Grosso, são as terras da viola. Mas São Paulo, ainda pra mim, na minha opinião, é o primeiro lugar. Aqui é muito forte, aqui é onde fervilham os festivais, são muitos teatros que têm eventos de viola que recebem esses projetos para concertistas, tanto da música instrumental quanto de duplas. São Paulo e Minas é o café com&nbsp;leite&nbsp;da&nbsp;viola.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como escolhe seu repertório para os shows?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>ARNALDO FREITAS: </u></strong><em>Meu repertório é escolhido conforme eu vou maturando algumas coisas, meu jeito de tocar algumas composições que vem surgindo ou composições minhas que não podem faltar nos meus shows né como a “Amanara”, “Conversando com Deus”, músicas que essa nova geração inclusive já toca então são músicas que traz a minha identidade, ‘Divisa das águas’. Então eu sempre escolho umas seis, sete músicas minhas e gosto de tocar também algumas coisas conhecidas. Nesses dias eu tenho notado que eu sou o maior divulgador realmente da música que eu faço então eu tenho optado em tocar mais músicas minhas do que de outras pessoas. Na verdade eu sou mais um compositor do que até mesmo um próprio intérprete. Mas eu gosto bastante de tocar as minhas músicas. Quando é um show no solo e no teatro, gosto de tocar sozinho e toco umas pensas mais. Mais variadas, né, com harmonias mais rebuscadas, com coisas mais contemporâneas, um feeling mais voltado, mesmo com essa viola um pouco mais elaborado tecnicamente e tal. Quando eu toco com outros músicos, com violão, percussão, eu gosto de ter possibilidade realmente de ter um acompanhamento e trazer uma nuance da viola mais caipira mesmo. É onde eu posso trabalhar mais os ritmos como cururu, pagode, toadas. Então, se eu toco sozinho, eu sou mais na linha contemporânea, se eu toco com outras pessoas, eu sou um pouco mais na linha tradicional. O repertório eu escolho conforme isso acontece, vai maturando. A gente vai tocando todos os dias e vai descobrindo que naquele momento você tá tocando melhor aquela música, ela tá falando mais com você aquela determinada música do que outra e aí você vai encaixando, né, até juntar umas 15, 16 músicas.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Você conta neste show a história da Viola no Brasil. Quando começou esta história?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>ARNALDO FREITAS: </u></strong><em>Essa história que eu conto no shows, eu acredito que desde quando a Viola chegou aqui no Brasil para catequizar os índios, quando ela veio pela mão dos jesuítas e adentrou, mata dentro, já foi aspirando toda a nossa essência no som dos nossos bichos, do cheiro das nossas florestas. E sendo observada pelos primeiros que aqui já estavam, os índios. Então, depois ela sofreu todas as influências na mão do caboclo, a questão do negro e forjou o caipira, então traz toda essa questão de retratar essa nossa essência do início de verdade. E essa história começou lá no século 16, a partir do momento que o Brasil foi descoberto. Enfim, acredita-se que a Viola chegou no Brasil a partir do século 16. Essa é a história que eu quero levar no palco, trazer essa essência e homenageando também tudo isso que faz parte desse embasamento histórico que nós temos e também traçando um pouco da nossa contemporaneidade, que vai desde o Tião Carreiro&nbsp;ao&nbsp;Villa-Lobos.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&nbsp;Quando compõem suas músicas qual a inspiração que busca?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>ARNALDO FREITAS</u></strong><strong>: &nbsp;</strong><em>A inspiração que eu busco ela vem do momento que eu não escolho nunca assim, sabe, tipo, ‘agora eu vou comprar uma música com as harmonias mais diferentes agora’ ou ‘vou comprar uma música mais caipira’. Elas surgem. Eu gosto muito de ter contato com a natureza, a minha música fala muito com a natureza, sabe, músicas como “Terra”, “Clamor”, ‘Baleia azul”, ‘Jacuí’, elas têm essa conotação de som de bicho, entendeu? Acho que a natureza é a minha fonte principal de inspiração. É onde eu elaboro umas harmonias minhas complexas que para mim tem sentido demais tocar aquilo, para mim traz essa nuance das matas escuras, daquelas florestas ainda que não foi pisada pelo homem. Então eu procuro isso. Minha inspiração vem da natureza, principalmente. E obviamente de outras coisas que nós vamos ouvindo no decorrer da vida. Acredito que outras influências musicais acabam me moldando no jeito de compor, de pensar a música, como o flamenco, como a música erudita, onde eu vou absorvendo outras nuances de sons e trazendo para a minha esfera. E somando tudo isso. Para criar uma realidade, uma identidade particular minha, que eu acredito que é um fator primordial para cada&nbsp;músico,&nbsp;sabe?</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que você acha que deveria fazer para que houvesse maior divulgação da música de Viola no Brasil?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>ARNALDO FREITAS</u></strong><strong>: &nbsp;</strong>A<em> música de viola no Brasil, ela está crescendo. Acredito que ela está ganhando seu espaço nas redes sociais, nas mãos de grandes violeiros, que tem o entendimento dessa nova prática de divulgação, que é nova demais, as coisas estão acontecendo. Eu acredito que na televisão a viola tem sua força também. Eu trabalhei no programa aqui durante 30 anos, 33 anos, 35, se não me engano, que durou ‘Viola&nbsp; Minha’ Viola. Era um programa quase praticamente líder de audiência no horário que passava. E até hoje as pessoas perguntam de ‘Viola Minha Viola’, então é algo que assim, tem muita força. E antes era na televisão, essa questão do Almir Sater fazer as novelas, enfim. As novelas que você percebe na Globo ultimamente, tem essa conotação da questão regional, caipira, né? Se você está propagando a viola, você está falando diretamente com o público brasileiro, aquele público regional mesmo, que é fiel às tradições. Fiel às suas raízes de verdade, que não se vende muito, que não se vende fácil, entendeu? E agora a viola está nas redes sociais. Acredito que ela está crescendo nas redes sociais e isso, para mim, é o que está trazendo a maior divulgação, ultimamente. E isso está acontecendo aos poucos ainda, não podemos dizer chegamos no máximo, né? Está sendo tudo muito novo, mas acredito que hoje, pelas redes sociais, que a coisa vai&nbsp;andar&nbsp;melhor.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Você não acha que os grandes shows do circuito sertanejo não estão dando espaço pra música de Viola?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Eu acredito que esses grandes shows, esses cachês milionários, eles usam um nome sertanejo, como eu falei, mas por uma propagação de uma coisa que deu certo lá com as duplas, enfim. Mas hoje o sertanejo não tem praticamente nada disso, não tem nada. Acredito que não é nem muito legal misturar viola com isso, porque meio que suja água, acredito, sabe, então a gente tem ouvido tantas coisas, umas letras meio apelativas. Principalmente para o trabalho que eu faço, que me preocupo hoje, é trazer a viola nas salas de concerto, para que as pessoas apreciem a música. Independente do tanto de público que der, eu acho que quem for, vai me encontrar ali dando sangue, dando a alma mesmo para mostrar, para gerar um valor emocional para as pessoas, um jeito diferente. Porque tem a galera é acostumada a ouvir música para beber cerveja. Veja e ficar louco, né? Eu quero fazer que as pessoas contemplem a música e vão pra casa com a alma lavada, sabe? Com um sentimento e com uma sensação, com sensações que elas ainda não tinham sentido através do som da viola. Fazer elas viajarem comigo no meu universo, propagar isso pra elas. Isso não está nesses grandes shows aí abertos. É lógico, se acontecer é muito legal, mas eu acredito que aos poucos a viola tem seu espaço. Ela já passou por muitas fases, a viola já passou, a música da viola já passou por lambada, já passou por pagode, já passou por samba, já passou por discoteca, já passou por tudo, por tudo. E hoje tá aí, na mão da rapaziada, cada vez mais forte, como eu falei. Então acho que falar que a viola não tem o seu espaço, acho que cada um tem como fazer seu espaço, na verdade, né? É que é uma questão de você não ficar falando muito do momento, acho que as pessoas que têm estado nesse espaço das músicas sertanejas, tem cantado o quê? Muita futilidade do que representa o nosso dia a dia hoje. A questão da pegação e, enfim. Eu não tenho nada contra também esse momento também entrar a favor, eu fico neutro nessa relação. Eu quero defender o meu espaço, que é realmente mostrar e valorizar a boa música através da viola. Eu não me considero parte desse movimento agora e tendo meu espaço pra fazer, pra mostrar minha arte. Lógico, correr atrás pra que isso se multiplique cada vez mais. Isso pra mim é excelente.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&nbsp;Quais os shows programados para os próximos meses?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Os meus próximos shows agora estão marcados para o interior de São Paulo, Porto Alegre, estamos fechando Brasília e por aí vai. Quem quiser saber mais sobre os meus shows, onde eu vou estar, é só me acompanhar lá no Instagram @arnaldofreitasoficial</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Estou muito focado e muito feliz em estar aqui realizando esse show pela primeira vez em São Paulo, que é o meu estado e essa capital maravilhosa que tanto já realizou meus sonhos, e que eu tenho um profundo carinho por essa cidade, por essa metrópole. E é isso, fico feliz com a entrevista, um abração para vocês todos.</em>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O artista</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Arnaldo Freitas é instrumentista, diretor musical, arranjador e compositor. Estudou música na Universidade Livre de Música (ULM). Nascido em Echaporã (SP), é considerado um dos maiores violeiros do Brasil. Vencedor na categoria de melhor instrumentista no Festival Nacional Voa Viola, Arnaldo é eleito por especialistas e críticos como um dos mais versáteis violeiros da atualidade. Já atuou ao lado de grandes nomes da música brasileira, gravou diversos álbuns, com destaque para suas composições e viajou por países da Europa e América Latina. Arnaldo Freitas segue apontado como uma das grandes referências da nova geração de violeiros do Brasil</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="640" src="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/CRF-3410-menor.jpg" alt="" class="wp-image-37291" style="width:757px;height:auto" srcset="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/CRF-3410-menor.jpg 1024w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/CRF-3410-menor-300x188.jpg 300w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/CRF-3410-menor-768x480.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2019, Arnaldo criou o curso online “Viola Brasileira”, onde ensina a técnica “Picado a 3 dedos”, da qual é uma referência. No ano de 2020, se apresentou no concerto “A Convite da Viola”, junto a grandes nomes da música caipira e brasileira, como Cacique &amp; Pajé, Renato Borguetti e Alessandro Penezzi. No mesmo ano, Arnaldo lançou seu primeiro álbum totalmente digital, “No Terreiro de Casa”, do qual foi diretor musical. Também lançou os singles autorais: “Clamor”, “Piraputanga“ com Alessandro Penezzi, “Alma De Mulher” e “A Luz da Mata”. Em 2023 lançou o concerto “Brasil Profundo”, um espetáculo musical com um repertório autoral, músicas regionais consagradas, contando a trajetória da viola caipira no Brasil. Saiba mais em @arnaldofreitasoficial&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviço: <strong>Show Brasil Profundo com o Violeiro Arnaldo Freitas</strong></strong><br><strong>Data:</strong> 21 de Novembro de 2024 (quinta-feira)<br><strong>Horário:</strong> 19h30<br><strong>Local:</strong> Teatro Leopoldo Fróes (<a href="https://www.google.com/maps/search/Av.+Jo+o+Dias,+822,+Santo+Amaro++S+o+Paulo?entry=gmail&amp;source=g" target="_blank" rel="noopener">Av. Jo</a>ã<a href="https://www.google.com/maps/search/Av.+Jo+o+Dias,+822,+Santo+Amaro++S+o+Paulo?entry=gmail&amp;source=g" target="_blank" rel="noopener">o Dias, 822, Santo Amaro </a>– São Paulo)<br><br></p>
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		<title>[EXCLUSIVO] Lucas Akira &#038; Fábio colocam a cultura japonesa em evidência na música sertaneja: “Nossa força e diferencial”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Festanejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2022 21:26:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[lucas akira e fábio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em entrevista exclusiva ao Festanejo, Lucas Akira falou sobre as heranças orientais e o novo DVD da dupla O cenário sertanejo atual tem apresentado uma grande mistura de elementos de diversos ritmos e culturas. Mas, a dupla Lucas Akira &#38; Fábio decidiram levar essa diversidade a outro patamar. Descendentes de japoneses, os irmãos fazem questão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Em entrevista exclusiva ao Festanejo, Lucas Akira falou sobre as heranças orientais e o novo DVD da dupla</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário sertanejo atual tem apresentado uma grande mistura de elementos de diversos ritmos e culturas. Mas, a dupla<strong> Lucas Akira &amp; Fábio</strong> decidiram levar essa diversidade a outro patamar. Descendentes de japoneses, os irmãos fazem questão de destacar suas raízes em seus trabalhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Elementos da cultura oriental estão presentes em peso no novo DVD da dupla, intitulado <strong>“Acústico dos Japanejo”</strong>, filmado em 6 de agosto, no <strong>Alameda Quality Center</strong>, em Bauru.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O registro, feito no formato intimista, traz no repertório seis faixas acústicas, entre elas <strong>“Lua de São João”</strong>, que já ganhou um videoclipe disponível no canal de YouTube dos cantores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um bate-papo exclusivo com o <strong>Festanejo</strong>, <strong>Lucas Akira</strong> falou sobre como o sertanejo surgiu na vida dos astros, explicou a importância em exaltar as <strong>heranças orientais</strong>, revelou como observam a aceitação do público e do mercado com a cultura japonesa, além de contar um pouco sobre o novo audiovisual.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como o sertanejo entrou na vida de vocês?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O sertanejo sempre esteve presente dentro do nosso estilo de vida. A gente sempre morou no sítio, nossos avós vieram do sítio, e a gente sempre teve essa vida rural, do mato mesmo. Então, além da música, a vida sertaneja sempre esteve presente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como surgiu a vontade de trazer elementos da cultura nipônica para o sertanejo?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A gente tem essa parte da vida sertaneja e meu pai é japonês. Nossos bisavôs vieram do Japão direto para o Brasil como imigrantes, nessa primeira leva de imigrantes, para trabalhar na roça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre estivemos muito perto da cultura japonesa, dentro das festas e eventos japoneses. A gente sempre gostou de enfatizar muito isso, para que seja uma força e diferencial dentro do estilo, como os <em>“japanejos”</em>, a <em>“dupla nipônica”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio nome Lucas Akira – apesar de tantas e tantas vezes as pessoas dizerem para gente que a dupla deveria se chamar, por exemplo, Lucas &amp; Fábio – é uma coisa que a gente lutou contra [a mudança]. Empresários e pessoas influentes tentaram fazer a nossa cabeça para que o Akira saísse, e isso é uma coisa que sempre lutamos para que a cultura japonesa estivesse estampada em tudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://festanejo.com.br/entrevistas/exclusivo-junior-pinheiro-apresenta-uma-mistura-de-piseiro-e-reggaeton-em-seu-primeiro-dvd/"><strong>Confira também: [EXCLUSIVO] Júnior Pinheiro apresenta uma mistura de piseiro e reggaeton em seu primeiro DVD</strong></a><strong></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Com a popularização da cultura oriental no Brasil nos últimos anos, sentiram alguma diferença na recepção do público com o trabalho de vocês?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com certeza. A gente tem 15 anos de carreira, e eu acho que, principalmente a culinária, ajuda muito nisso. Hoje, ir comer um japonês, jantar um ‘japa’, comer um uma comida japonesa oriental é mais comum. Ficou mais difundido, acho que, principalmente aqui no interior, que é uma coisa que a gente não tinha tanto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acredito que, de uns cinco anos para cá, se tornou uma coisa mais difundida, e isso ajuda muito né. Eu acho que a galera começa a gostar da comida e aí começa a entender um pouco mais da cultura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E também, com a facilidade das redes sociais, faz com que as pessoas saibam mais sobre outras culturas. Masque os japoneses sempre estiveram fortemente presentes no Brasil, desde a imigração, é inegável.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Em agosto vocês gravaram um novo DVD. Como foi?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A gente tinha muita vontade de gravar um projeto ao vivo, e com a pandemia demos uma pausa, mas isso não quis dizer que a gente não fosse mais fazer, apesar de agora sermos independentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo isso fez com que a gente acreditasse mais ainda na cultura japonesa, e o DVD é isso. É a nossa vontade de sempre deixar os elementos japoneses na cara. Se vocês assistiram ao vídeo, viram que está bem estampado. Além disso, a gente colocou musicalidade japonesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://festanejo.com.br/noticias/lucas-akira-fabio-lotam-casa-de-show-em-gravacao-de-novo-dvd/"><strong>Confira também: Lucas Akira &amp; Fábio lotam casa de show em gravação de novo DVD</strong></a><strong></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>“Lua de São João” foi a escolhida para ser o primeiro lançamento desse novo trabalho. Porque a escolheram?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Além de ser uma música que a gente ama muito, tem uma identificação com o público romântico, né. As pessoas que seguem o Lucas Akira &amp; Fábio entendem que somos uma dupla romântica, sabe que a gente tem uma identificação com o romantismo, e elas gostam muito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, acredito que é porque a gente sempre deixava a romântica por último, e dessa vez a gente colocou ela primeiro para esse público, que também já tinha expectativa com “Lua de São João”, e que já tinha ouvido a gente cantar algumas vezes. É uma música minha e do Fábio junto com outros compositores.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Lucas Akira e Fábio - Lua De São João [Acústico Japanejo EP1]" width="1128" height="635" src="https://www.youtube.com/embed/BLuEtacK6pE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>No repertório vocês apresentam uma versão em japonês de “Evidências”. Vocês planejam apresentar outras versões em japonês de hits sertanejos ou gravar uma versão sertaneja de uma música japonesa?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Isso foi o Elder quem trouxe pra gente e aceitamos muito bem, eles são maravilhosos, a gente ama ideias originais e diferentes. Não é o nosso foco, mas se rolar alguma coisa a gente tá dentro, com certeza.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Além do novo DVD, teremos outras novidades da dupla ainda este ano?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre que a gente lança um projeto já estamos pensando no próximo, né? Acredito que para esse ano, tomara que a gente tenha novidades. Mas, planejadas, por enquanto não, só para o ano que vem.</p>
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		<title>[EXCLUSIVO] Felipe Grilo prepara novo DVD com regravações: “Como se fosse uma identidade minha”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Festanejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2022 20:18:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[felipe grilo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em entrevista ao Festanejo, o artista falou sobre as expectativas para o lançamento do projeto “Do Studio Pro Bar” Felipe Grilo já está preparando novidades para os fãs! Em 17 de agosto, o cantor gravou o seu novo DVD, intitulado “Do Studio Pro Bar”. O registro sucede o audiovisual “Quebra Minha Promessa”, lançado em 2021. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Em entrevista ao Festanejo, o artista falou sobre as expectativas para o lançamento do projeto “Do Studio Pro Bar”</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Felipe Grilo</strong> já está preparando novidades para os fãs! Em 17 de agosto, o cantor gravou o seu<strong> novo DVD</strong>, intitulado <strong>“Do Studio Pro Bar”</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O registro sucede o audiovisual <strong>“Quebra Minha Promessa”</strong>, lançado em 2021. O trabalho, gravado em Uberlândia, apresentou ao público os hits <strong>“Avon”</strong>,<strong> “Atalhos”</strong>, <strong>“Cheia De Intimidades”</strong>, <strong>“Sabonete De Erva Doce”</strong> e a faixa que dá nome ao disco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em <strong>“Do Studio Pro Bar”</strong>, Felipe resolveu inovar: o projeto será composto por <strong>11 regravações</strong> de grandes <strong>clássicos da música sertaneja</strong>. As gravações ocorreram no <strong>Studio Espaço Mundo</strong>, em Goiânia, e contaram com a participação do produtor musical e cantor <strong>Rick Azevedo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um bate-papo com o <strong>Festanejo</strong>, <strong>Felipe Grilo</strong> explicou como surgiu a ideia para esse novo trabalho, contou sobre sua parceria com <strong>Rick</strong> e o processo de escolha das faixas regravadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cantor também nos atualizou sobre sua colaboração com <strong>Gusttavo Lima</strong>, desejo antigo que ele revelou em uma <a href="https://festanejo.com.br/entrevistas/exclusivo-felipe-grilo-planeja-os-proximos-passos-da-carreira/">outra entrevista ao portal</a>, e falou sobre as expectativas para os seus próximos lançamentos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a></a><a href="https://festanejo.com.br/entrevistas/exclusivo-felipe-grilo-e-wesley-safadao-lancam-parceria-inedita-para-enaltecer-todas-as-nossas-mulheres/"><strong>[EXCLUSIVO] Felipe Grilo e Wesley Safadão lançam parceria inédita: “Para enaltecer todas as nossas mulheres”</strong></a><strong></strong></h4>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como surgiu o projeto “Do Studio Pro Bar”?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A gente sempre quis gravar algo assim, com regravações, com esse repertório mais antigo. São músicas que a gente sempre gostou de ouvir, e quando a gente se juntava nas resenhas sempre gostava de cantar! A ideia era gravar alguma coisa assim!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O produtor Rick Azevedo participou das gravações do audiovisual. Como vocês se conheceram e como surgiu a ideia de tê-lo no “Do Studio Pro Bar”?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Conheci o Rick pessoalmente quando cheguei a Goiânia. Mas eu sempre curti o trabalho dele, sempre fui fã dele. Além de ser um músico incrível, um artista incrível, ele é uma pessoa muito especial. Me apresentou a ideia de a gente gravar algum projeto assim, a ideia do nome foi dele também!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como foi o processo de escolha das 11 regravações que compõem o repertório?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Foi bem difícil, porque escolher regravações é bem mais complicado do que escolher músicas inéditas! Quase todos os artistas já fizeram regravações, então o repertório tem que ser mais bem filtrado para não fazer o que todos já fizeram.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://festanejo.com.br/lancamento/felipe-grilo-lanca-o-ep-quebra-minha-promessa-vol-2/"><strong>Confira também: Felipe Grilo lança o EP “Quebra Minha Promessa – Vol.2”</strong></a><strong></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Qual foi a faixa que mais gostou de regravar?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na verdade, todas as faixas foram bem escolhidas e gostamos muito do repertório inteiro, então fica difícil escolher a preferida!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Porque fazer um projeto com regravações nesse momento da sua carreira?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Eu sou um cara que sempre curtiu regravações, até porque no começo da carreira, quando eu não tinha trabalho autoral, eu me destaquei cantando essas músicas. Então, é como se fosse uma identidade minha cantar isso!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Em outra </strong><a href="https://festanejo.com.br/entrevistas/exclusivo-felipe-grilo-planeja-os-proximos-passos-da-carreira/"><strong>entrevista ao Festanejo</strong></a><strong>, você expressou o desejo em gravar um feat com Gusttavo Lima. Essa parceria já está caminhando para acontecer?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, sim. Tenho uma música já pronta só esperando por ele!! Por conflitos de agenda, ainda não saiu. Mas até o fim do ano a gente vai ver essa parceria!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os próximos passos de Felipe Grilo? Podemos esperar uma música inédita ainda em 2022?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com certeza, sim! A gente não para. Esse ano ainda tem muita coisa boa pra acontecer!</p>
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		<title>[EXCLUSIVO] Matheus Gabriel reflete sobre nova fase da carreira e as danças virais do sertanejo: “O TikTok é a oportunidade do século”</title>
		<link>https://festanejo.com.br/entrevistas/exclusivo-matheus-gabriel-reflete-sobre-nova-fase-da-carreira-e-as-dancas-virais-do-sertanejo-o-tiktok-e-a-oportunidade-do-seculo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Festanejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2022 21:21:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[matheus gabriel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cantor conversou com exclusividade com o Festanejo a respeito da nova música “Beijo Vagabundo” e deu uma prévia de seus próximos lançamentos Depois de muita expectativa, Matheus Gabriel está com novidades. O cantor lançou a faixa “Beijo Vagabundo”, sua nova aposta no mercado musical. Este é o primeiro lançamento do sertanejo desde a sua estreia [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://festanejo.com.br/entrevistas/exclusivo-matheus-gabriel-reflete-sobre-nova-fase-da-carreira-e-as-dancas-virais-do-sertanejo-o-tiktok-e-a-oportunidade-do-seculo/">[EXCLUSIVO] Matheus Gabriel reflete sobre nova fase da carreira e as danças virais do sertanejo: “O TikTok é a oportunidade do século”</a> apareceu primeiro em <a href="https://festanejo.com.br">Festanejo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Cantor conversou com exclusividade com o Festanejo a respeito da nova música “Beijo Vagabundo” e deu uma prévia de seus próximos lançamentos</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de muita expectativa, <strong>Matheus Gabriel</strong> está com novidades. O cantor lançou a faixa <strong>“Beijo Vagabundo”</strong>, sua nova aposta no mercado musical.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este é o primeiro lançamento do sertanejo desde a sua estreia com o projeto<strong> “Respira”</strong>, onde as faixas trouxeram a mistura do sertanejo com outros ritmos, entre eles pagode, reggae, pop e eletrônico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O single ganhou um clipe, filmado na <strong>Casa Morumbi</strong>, em São Paulo, e já está disponível no canal de YouTube do artista. No vídeo acompanhamos Matheus tentando reconquistar a ex-namorada, mas sem sucesso. Após tantas tentativas, o cantor decide invadir a casa da amada e dar uma festa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A produção contou com a direção de <strong>Mateus Rigola</strong>, profissional que já registrou trabalhos de grandes nomes como <strong>Gusttavo Lima</strong>, <strong>Zé Felipe</strong>, <strong>Mc Kevinho</strong> e <strong>Péricles</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao anunciar o lançamento da canção aos fãs, <strong>Matheus Gabriel</strong> afirmou que a faixa é uma<strong> virada de chave</strong> em sua carreira. Em entrevista exclusiva ao <strong>Festanejo</strong>, o músico explica a importância de <strong>“Beijo Vagabundo”</strong>, conversa sobre a sua <strong>visão de mercado</strong> a respeito das<strong> dancinhas virais nas redes sociais </strong>e dá um spoiler do seu <strong>próximo lançamento</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como a música “Beijo Vagabundo” surgiu? A faixa foi inspirada em algum caso amoroso real que você passou?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">“Beijo Vagabundo” não é uma composição minha, por mais que eu seja compositor. Eu até brinco porque eu estava com uma dificuldade muito grande de escrever essa música que seria o primeiro lançamento após o meu DVD “Respira”, tanto que eu acho que esse foi um dos motivos pelo qual a gente demorou tanto pra lançar outro projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fiquei quase oito meses sem lançar música e o pessoal da minha equipe já estava querendo me matar e eu falei ‘não, calma que a gente vai achar uma música’. Agora a gente entrou em um ciclo que não vai demorar mais. Provavelmente daqui dois a três meses a gente lança a próxima música, que já está pronta, inclusive.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas “Beijo Vagabundo” surgiu de uma pescaria que eu fui &#8211; inclusive, com Henrique &amp; Juliano -, no Rio Araguaia. Eu estava no barco com o Marcelo Henrique, o Marcelinho, que é compositor de um monte de sucesso, como “Gaiola” do Henrique &amp; Juliano, “Baixinha”, do Matheus &amp; Kauan, “Só de Sacanagem”, de Israel &amp; Rodolffo, um montão de música de sucesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu falei para ele a minha situação, que eu estava buscando uma música, e ele começou a me mostrar “Beijo Vagabundo”. Foi amor à primeira vista. Na hora que ele colocou a música na caixinha de som, dentro do barco, no meio Araguaia, eu falei ‘cara, essa música é minha’. Gravei ela e aí comecei a produzir e foi acontecendo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://festanejo.com.br/entrevistas/exclusivo-gah-bernardes-participa-do-primeiro-dvd-do-grupo-resenha-a-a-gente-ta-junto-nessa-faz-muito-tempo/"><strong>Confira também: </strong></a><a href="https://festanejo.com.br/entrevistas/exclusivo-gah-bernardes-participa-do-primeiro-dvd-do-grupo-resenha-a-a-gente-ta-junto-nessa-faz-muito-tempo/"><strong>[EXCLUSIVO] Gah Bernardes participa do primeiro DVD do grupo Resenha A+: “A gente tá junto nessa faz muito tempo”</strong></a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Nas redes sociais você definiu essa canção como uma “virada de chave”. Por quê?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Porque eu decidi fazer aquilo que eu realmente gosto. As pessoas falam ‘ah, você fez a música pensando em modinha do TikTok’, não é isso. Quem me conhece pessoalmente sabe como eu sou uma pessoa extrovertida, sempre fui de brincadeiras, sempre gostei de música com mais elementos eletrônicos, e eu acho que tem muito do Matheus Gabriel nisso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por mais que eu seja um cara romântico, que eu ame música romântica, eu acho que também existe esse lado meu mais extrovertido, mais alegre, e eu pensei para esse período pós-Covid em levar mais alegria para as pessoas. Por isso que é uma virada de chave. A partir de agora eu vou fazer aquilo que deixa as pessoas mais felizes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O videoclipe possui uma superprodução e nas imagens você parece se divertir bastante. Como foram as filmagens?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O videoclipe a gente gravou em São Paulo com o Mateus Rigola, um profissional incrível, renomado na música, um dos melhores videomakers do Brasil. E assim, tem muito do Matheus Gabriel nesse videoclipe porque eu que passei a ideia, e aí o pessoal fez o roteiro. No dia [da gravação] eu e Rigola super se entendeu, inventou vários takes novos ali na hora, foi uma vibe muito massa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://festanejo.com.br/entrevistas/exclusivo-henrique-diego-e-o-trio-make-u-sweat-lancam-a-festa-zuar-e-beber-quase-um-carnaval-sertanejo/"><strong>Confira também: [EXCLUSIVO] Henrique &amp; Diego e o trio Make U Sweat lançam a festa “Zuar e Beber”: “Quase um ‘carnaval sertanejo’”</strong></a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>No videoclipe conhecemos um pouco de um outro lado do Matheus Gabriel, como ator. Você já pensou em investir na atuação?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Então, o pessoal fala mesmo desse meu lado de ator, sempre me falam ‘você tem que ser ator também cara’. Mas é algo que eu não penso, realmente não penso mesmo. Sou muito focado na minha carreira como cantor, tenho a visão da onde eu quero chegar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, se aparecer uma participação em uma novela das nove, igual o Gusttavo Lima e o Luan Santana já fizeram, uma participação como o cantor Matheus Gabriel, eu vou super topar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A canção também ganhou uma coreografia inspirada nos famosos passinhos do TikTok. Como você enxerga essa onda de coreografias virais no mundo sertanejo?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Então, a gente lançou “Beijo Vagabundo” e estamos deixando ela de forma orgânica, a gente não fez nenhum trabalho no TikTok. A gente colocou na mão de Deus, essa é a maior verdade. Graças a Deus ela já está com números expressivos, mais de 100 mil plays no Spotify com uma semana de lançamento, e está batendo quase 300 mil no YouTube. Isso são números incríveis para a gente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da semana que vem a gente vai dar um ‘start’ no TikTok, porque eu acho que o TikTok não é uma modinha, é a oportunidade do século. Olha só o tanto de pessoas que estouraram no TikTok. Temos o exemplo do Luva de Pedreiro, que era um menino que veio de baixo e hoje é um dos maiores influenciadores do Brasil, inclusive do mundo, foi para Marrocos e está estourado lá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas ficam muito limitadas e eu acho que não é isso não cara, acho que é oportunidade. Se você tem uma ferramenta que pode te alavancar, por que você não vai usar ela? Você tem o ‘Zap’ porque você não vai ‘trucar’? Essa é a pergunta que eu faço. Isso é para quem joga truco, hein!<strong></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Após “Beijo Vagabundo”, quais são os próximos passos da carreira de Matheus Gabriel? Pode nos adiantar alguma novidade?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Após “Beijo Vagabundo” tá vindo aí a música nova que se chama <strong>“Baixinha Foguenta”</strong>. É só isso que eu posso falar. Tamo junto!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Matheus Gabriel - Beijo Vagabundo (Clipe Oficial)" width="1128" height="635" src="https://www.youtube.com/embed/0vYIoXUjpXY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
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		<title>[EXCLUSIVO] Gah Bernardes participa do primeiro DVD do grupo Resenha A+: “A gente tá junto nessa faz muito tempo”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Festanejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2022 21:13:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[gah bernardes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sertanejo prestigiou as gravações e conversou com exclusividade com o Festanejo sobre o seu amor pelo pagode No último sábado (25), Gah Bernardes fez uma participação especial na gravação do primeiro DVD do grupo de pagode Resenha A+, no Roots Food Park, em Olímpia, São Paulo. Essa não é a primeira vez que o artista [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Sertanejo prestigiou as gravações e conversou com exclusividade com o Festanejo sobre o seu amor pelo pagode</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">No último sábado (25), <strong>Gah Bernardes</strong> fez uma participação especial na gravação do primeiro DVD do grupo de pagode <strong>Resenha A+</strong>, no Roots Food Park, em Olímpia, São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa não é a primeira vez que o artista se envolve com o ritmo musical, característico pela presença de instrumentos como cavaquinho e pandeiro. Em seu <strong>DVD “Start”</strong>, Gah cantou a canção <strong>“Desprazer”</strong>, que mistura elementos da música sertaneja e do pagode.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de subir ao palco com o <strong>Resenha A+</strong>, <strong>Gah Bernardes</strong> conversou com exclusividade com o <strong>Festanejo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sertanejo falou como surgiu o convite em participar do novo projeto dos pagodeiros, sobre a sua forte amizade com <strong>Farinha</strong> e revela se podemos esperar um trabalho seu no gênero do pagode.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://festanejo.com.br/entrevistas/exclusivo-henrique-diego-e-o-trio-make-u-sweat-lancam-a-festa-zuar-e-beber-quase-um-carnaval-sertanejo/"><strong>Confira também: [EXCLUSIVO] Henrique &amp; Diego e o trio Make U Sweat lançam a festa “Zuar e Beber”: “Quase um ‘carnaval sertanejo’”</strong></a><strong></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como surgiu o convite para participar do DVD do Resenha A+?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O convite surgiu porque o Joilson &#8211; que é o Farinha &#8211; é meu amigo de muito tempo, desde criança. Quando eu tinha a dupla lá em Olímpia, ele sempre tocava comigo, e a gente pegou amizade muito grande. Tanto que no meu DVD chamei ele. A gente sempre está junto, sempre está em resenha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E quando ele me convidou eu aceitei na hora, porque ele é um irmão para mim e para a minha família, é uma pessoa que eu gosto e admiro muito. Tudo o que eu faço da minha vida, na minha carreira, sempre divido com ele, sempre conto com ele. É um amigo de verdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora que ele está gravando o primeiro DVD dele, ele me chamou e eu fiquei muito feliz por estar fazendo parte disso com ele, que eu sei que é muito importante. A gente tá junto nessa aí faz muito tempo!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://festanejo.com.br/entrevistas/exclusivo-tatti-alenncar-de-goiania-para-o-mundo/">Confira também: </a><a href="https://festanejo.com.br/entrevistas/exclusivo-tatti-alenncar-de-goiania-para-o-mundo/">[EXCLUSIVO] Tatti Alenncar, de Goiânia para o mundo</a></strong><strong></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Em seu DVD “Start”, você já se aventurou pelo pagode na faixa “Desprazer”. Podemos imaginar algum dia um projeto do Gah voltado totalmente ao estilo musical?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Eu acho que não. Mas com certeza todos os projetos que eu gravar eu vou inserir um pouco da referência ou uma música, como eu fiz no DVD. Mas eu acho que um projeto inteiro de pagode não. Mesmo eu gostando muito do estilo e do ritmo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Gah Bernardes - DESPRAZER - DVD Start" width="1128" height="635" src="https://www.youtube.com/embed/H3jX6Hh7OZg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quais outros estilos musicais você também curte cantar além do sertanejo?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Pagode, pop eu gosto bastante também, as músicas mais românticas do trap também, eu acho muito massa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>[EXCLUSIVO] Henrique &#038; Diego e o trio Make U Sweat lançam a festa “Zuar e Beber”: “Quase um ‘carnaval sertanejo’”</title>
		<link>https://festanejo.com.br/entrevistas/exclusivo-henrique-diego-e-o-trio-make-u-sweat-lancam-a-festa-zuar-e-beber-quase-um-carnaval-sertanejo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Festanejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2022 21:05:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[henrique]]></category>
		<category><![CDATA[henrique e diego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dupla conversou com exclusividade com o Festanejo nos bastidores da primeira edição do evento Na última sexta-feira (24), Henrique &#38; Diego uniram forças ao trio de DJs Make U Sweat e lançaram a festa “Beber e Zuar”, no Vila JK, em São Paulo. Música boa, curtição e bebida não faltaram na noite. Com os ingressos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Dupla conversou com exclusividade com o Festanejo nos bastidores da primeira edição do evento</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última sexta-feira (24), <strong>Henrique &amp; Diego</strong> uniram forças ao trio de <strong>DJs Make U Sweat </strong>e lançaram a festa <strong>“Beber e Zuar”</strong>, no <strong>Vila JK</strong>, em São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Música boa, curtição e bebida não faltaram na noite. Com os ingressos esgotados, os sertanejos apresentaram os seus maiores sucessos para o público. Na setlist, hits como <strong>“Suíte 14”</strong>, <strong>“Contato Bloqueado”</strong> e <strong>“Olhinho”</strong> marcaram presença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo após foi a vez dos <strong>DJs </strong>colocarem todos para dançar com versões eletrônicas de grandes canções brasileiras, como <strong>“Exagerado”</strong> de Cazuza, e<strong> “Tempos Modernos”</strong> de Lulu Santos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de subirem ao palco na casa de shows, a dupla <strong>Henrique &amp; Diego </strong>conversou com <strong>exclusividade</strong> com o <strong>Festanejo</strong>. Os cantores explicaram como surgiu a ideia da festa, se pretendem levar o projeto para outras partes do Brasil e se pensam em gravar uma música com o Make U Sweat.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Vocês e os DJs “Make U Sweat” são de ramos e estilos musicais diferentes. Como surgiu a ideia para a festa “Zuar e beber”?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Henrique: </strong>Esse projeto de sertanejos e DJs começou com o Dennis DJ, e nessa mistura começamos a sentir que nosso público também curte o <em>“tunts tunts”</em>, a música eletrônica. Em junção com a Live Talentos, a gente quis unir o útil ao agradável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós temos um perfil de sertanejo bem animado. Acho que todos os artistas têm o seu DNA, e o Henrique &amp; Diego é um perfil animado, um show bem pra cima, nossos shows tem uma pulsação diferente, é quase um “carnaval sertanejo”, e combinou muito bem com os DJs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma química gostosa, é natural o que está acontecendo hoje, é o que acontece no dia a dia. Sempre tocamos um sertanejo e depois tem um DJ. Hoje é a “Zuar e Beber” que nós vamos levar para o Brasil inteiro, uma festa muito legal.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-19713" srcset="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-1024x682.jpeg 1024w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-300x200.jpeg 300w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-768x512.jpeg 768w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-1536x1023.jpeg 1536w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><em>Foto: Divulgação</em></figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://festanejo.com.br/entrevistas/exclusivo-tatti-alenncar-de-goiania-para-o-mundo/"><strong>Confira também: </strong></a><a href="https://festanejo.com.br/entrevistas/exclusivo-tatti-alenncar-de-goiania-para-o-mundo/"><strong>[EXCLUSIVO] Tatti Alenncar, de Goiânia para o mundo</strong></a><strong></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Pretendem levar o projeto para outros locais, além de São Paulo?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diego:</strong> São Paulo foi a primeira escolhida porque é o centro do Brasil, a gente sabe que é uma vitrine muito grande, muito bacana para poder apresentar o nosso projeto para o Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se for aceito como foi hoje, que &#8211; Graças a Deus, estamos muito felizes -, com os ingressos esgotados, bastante gente pra fora que não conseguiu entrar. Desde já queremos agradecer a todos que compareceram e não puderam conferir o show e poder desfrutar desse projeto. A gente espera que voltemos a nos ver mais vezes.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="682" height="1024" src="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/2-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-682x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-19715" srcset="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/2-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-682x1024.jpeg 682w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/2-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-200x300.jpeg 200w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/2-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-768x1153.jpeg 768w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/2-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-1023x1536.jpeg 1023w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/2-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO.jpeg 1066w" sizes="(max-width: 682px) 100vw, 682px" /><figcaption><em>Foto: Divulgação</em></figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">O propósito desse evento é fazer com que a nossa música e o nosso projeto ande bastante pelo Brasil afora. De início tem São Paulo, depois algumas cidades centro, como Belo Horizonte, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, onde vamos poder mostrar o que é a nossa festa boa. E depois para o resto do mundo (risos).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://festanejo.com.br/entrevistas/exclusivo-junior-pinheiro-comemora-o-lancamento-do-clipe-de-raba-namorando-do-jeito-que-imaginei/"><strong>Confira também: [EXCLUSIVO] Júnior Pinheiro comemora o lançamento do clipe de “Raba Namorando”: “Do jeito que imaginei”</strong></a><strong></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>É a primeira vez que fazem uma parceria com um estilo musical diferente?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diego:</strong> [A dupla] Henrique &amp; Diego sempre teve a característica de gravar coisas diferentes. Já gravamos com MC Guimê, Turma do Pagode, César Menotti &amp; Fabiano, e outros artistas que fazem com que a nossa musicalidade seja diferente dos outros. A gente tem essa característica de gravar sons diferentes, e o nosso público aceita, isso é o mais bacana.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/3-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-19716" srcset="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/3-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-1024x682.jpeg 1024w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/3-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-300x200.jpeg 300w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/3-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-768x512.jpeg 768w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/3-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-1536x1023.jpeg 1536w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/3-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><em>Foto: Divulgação</em></figcaption></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/4-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-19717" srcset="https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/4-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-1024x682.jpeg 1024w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/4-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-300x200.jpeg 300w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/4-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-768x512.jpeg 768w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/4-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO-1536x1023.jpeg 1536w, https://festanejo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/4-ENTREVISTA_Henrique-Diego-DIVULGACAO.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><em>Foto: Divulgação</em></figcaption></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Podemos esperar uma parceria entre vocês e o “Make U Sweat” em uma música?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diego:</strong> Quem sabe? Para Deus nada é impossível, e pra gente também. O “não” a gente já tem, estamos sempre correndo atrás do “sim”. Nunca teve segunda opção, sempre foi a primeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E agora, a nossa primeira opção é mostrar as nossas músicas novas, o nosso novo disco, que tem o EP 1 e EP 2. O EP 1 já saiu com três músicas: “Olinho”, que é a carro-chefe; “Contato Bloqueado”, que foi a primeira música que lançamos em dezembro; e “Quatro Paredes”. No segundo semestre vem mais quatro músicas, finalizando esse EP. E futuramente teremos um próximo DVD.&nbsp;</p>



<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CfUyGWApSku/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CfUyGWApSku/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; 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font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">Ver essa foto no Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/CfUyGWApSku/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por ZUAR E BEBER (@zuarebeber)</a></p></div></blockquote> <script async="" src="//www.instagram.com/embed.js"></script>
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